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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Internacional - Exemplo para o Bahia.

Em 1988, o Internacional-RS enfrentava o Bahia, no mesmo Beira Rio que ganhou a Libertadores de hoje. Há 22 anos atrás, porém, ele perdia para o Tricolor de Aço.

O Bahia era, então, o maior clube do país, não tinha outro que fosse superior ao time de Bobô, Charles e cia, NENHUM. Estávamos onde todos os clubes nacionais queriam estar, no topo.
Por quê caímos tanto? segue a pergunta sempre, por quê?
Para mim, o único motivo é como foi gerido o clube.

O Inter mostra o caminho.

O processo se inicia com os dirigentes do Inter tendo o bom senso de que acima deles tem um clube. E para gerir esse time, o cartola precisa ser competente, como eles Inter foi nos últimos anos, afinal, em cinco anos, vencer duas Libertadores, 1 mundial e ficar entre os melhores do brasileirão constantemente não é pouco.
Tiveram a visão de contratar jogadores nas bases de outros clubes ou recém-promovido para o profissional como Giuliano, Leandro Damião e outros. Trazer de fora grandes jogadores apagados como Guiñazu, D'Alessandro, Abbondanzieri, Bolívar, Sorondo e outros. Trazer ídolos de volta como Sóbis, Fabiano Eller, Tinga e Renan.

Além disso, a parte mais importante: como arrecadar o dinheiro necessário para começar tudo isso? Só colocar a torcida à favor do clube, com uma associação em massa (110 mil sócios, que massa!) gerando renda extraordinária.

Enquanto isso, ficamos discutindo sobre jogadores fracos e que sabemos (inconscientemente) não vão nos levar a lugar nenhum, no máximo uma 1ª divisão (que não figuraremos como uma das principais forças como merecemos). Mas a esperança do torcedor o cega imensamente e não o deixa ver isso. Com os Guimarães, Petrônio, Maracajá e outros crápulas não iremos a lugar nenhum, não adianta rezar, a menos que você, torcedor, se contente com pouco.

Pobre torcida do Bahia.

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